domingo, 29 de março de 2009

Me apaixonei pelo professor, e agora?



Amor em sala de aula é questionável?
Especialistas discutem casos amorosos entre professores e alunos
Não deixe de ler
Amor em sala de aula é questionável?
Me apaixonei pelo professor, e agora?
Por Lilian Burgardt
Nos dias de hoje, alunos que aparecem de mãos dadas na universidade não assustam ou incomodam mais ninguém. É até comum ver casais passeando e trocando carinhos dentro do campus. Meninos e meninas recém-saídos da adolescência que passam a descobrir juntos o quanto ficar com alguém pode ser bom, divertido, e até saudável. Até aí, nenhuma novidade. A coisa muda de figura quando as mãos que se entrelaçam com as do universitário são as mesmas que manejam o giz em sala de aula.
O relacionamento entre alunos e professores, que desde sempre foi um tabu, continua sendo visto com estranheza. Assim, o tema não é delicado apenas para os enamorados em questão, mas também para as instituições, para o corpo docente e para os demais estudantes que dividem o mesmo espaço de ensino. O pivô das discussões continua sendo a ética, colocada em xeque por aqueles que observam de fora o relacionamento amoroso entre mestre e aluno.
Há quem se posicione a favor deste tipo de relacionamento desde que o mesmo seja de livre e espontânea vontade de ambas as partes, caso não haja impedimentos morais ou legais, e mais: desde que o comportamento dos enamorados seja discreto. Outros, porém, defendem que para se manter a ética da profissão é preciso ter um certo distanciamento dos estudantes. Logo, manter um relacionamento amoroso ou não com o aluno acaba sendo um divisor de águas na vida e na carreira do professor. "A situação é bastante delicada. Acredito que as instituições não devam abrir mão deste distanciamento. O docente deve escolher se prefere manter sua carreira ou investir na relação com o aluno, mas uma das situações deve ser abandonada", afirma a professora de Ética Profissional da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) Marcylene de Oliveira Capper.
Segundo a psicóloga e coordenadora do Núcleo de Análise Comportamental da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Lidia Weber, esta relação tende a ser sempre complexa, porque o professor está em uma posição hierarquicamente superior à do aluno. Além disso, tem muito mais experiência de vida do que o jovem. "É inevitável questionar até que ponto a relação entre ambos decorre de uma questão de assédio, já que o professor está em uma posição superior e, mesmo que inconsciente, pode se valer disso para despertar o desejo do estudante", explica.
A questão é apenas a ponta de um iceberg, uma vez que, desde crianças, a relação entre aluno e professor também tem um lado afetivo muito forte. Os pequeninos já acabam sendo atraídos não somente pelo conhecimento que o mestre passa em sala de aula, mas também pela simpatia que transmite. E se a beleza física for outro atributo, aumentam, e muito, as chances da "paixão" acontecer. Quem não se lembra de ter nutrido um carinho especial por aquela professora de Ciências, Música ou Educação Artística? A verdade é que este interesse também acontece por parte do professor. "Há pesquisas comprovando que os docentes não só dão mais atenção como têm preferência pelos alunos mais bonitos, em todos os níveis escolares", revela.
Isso mostra o quanto as relações são delicadas. Ao passo que você pode estar admirado com a dedicação do aluno e seu empenho em sala de aula, este sentimento pode estar acompanhado por um interesse inconsciente no estudante. O romance terá mais chances de surgir caso haja afinidade entre os indivíduos e, ainda, se uma das partes estiver carente ou fragilizada. Pesquisas revelam que se um indivíduo sozinho e vulnerável passa a conviver com alguém que lhe desperte admiração, há grandes chances de a paixão acontecer. "Estes são fatores determinantes e importantes de serem observados. Às vezes, as pessoas encaram o amor como uma coisa mágica que simplesmente aconteceu, quando, na verdade, era quase óbvio que o andamento da relação pudesse levar a este resultado", afirma a psicóloga.
É claro que isto não é regra, mas se você já se deparou com algumas destas questões, sabe bem do que estamos falando. E deve imaginar que este tipo de sentimento, se correspondido pelo estudante, pode gerar muitos conflitos. Em boa parte dos casos, a conduta do professor é colocada em discussão e os próprios alunos tendem a rejeitar o relacionamento do mestre com o colega. Ainda que o professor tenha um senso ético e moral muito firme, poderá sofrer muito para seguir adiante.
De acordo com a psicóloga, será, por vezes, inevitável se questionar: "E se eu der nota dez para ela na prova, vão duvidar de minha avaliação?" Ou ainda: "Até que ponto corro o risco de ser perseguido por conta deste relacionamento?" Para enfrentar as dificuldades, o ideal é que ambos estejam preparados para assumir os riscos do romance, embora a carga maior recaia sobre os ombros do professor. "É dele que será cobrada a ética, a responsabilidade, e a discrição sobre o relacionamento, caso o mesmo se torne público."
Apesar de todos os riscos, medos e tabus, não é difícil encontrar aqueles que apostaram na relação com seus alunos. Na década de 70, então com 26 anos, o atual professor aposentado Levy Barbosa da Silva aventurou-se em um relacionamento com sua aluna Elisabeth, de apenas 19 anos. O romance deu tão certo que acabou em casamento. Hoje, com 63 anos e a esposa, com 57 anos, ele diz ter muito orgulho da história de amor, construída em cima de muito carinho e, sobretudo, discrição.
"Tudo começou com uma troca de olhares. Em pouco tempo percebemos um clima no ar. Embora ela fosse minha aluna, decidi me aproximar", lembra. Na época, alguns professores ficaram sabendo e outros alunos também, mas o casal não sofreu qualquer tipo de retaliação. "Lógico que a situação sempre foi delicada. Mas sempre fomos muito discretos e, por isso, nunca tivemos problemas por parte dos meus colegas de trabalho ou com os colegas de classe dela", afirma. Quando questionado sobre os motivos que o levaram a apaixonar-se pela aluna, Levy diz carinhosamente: "Ela era uma aluna brilhante e também muito bonita. Não ficava em rodinhas com outras meninas, era tímida e muito meiga. Acho que isto foi o que mais me chamou a atenção."
A ordem é ser discreto
A discrição parece ser a palavra-chave para o sucesso dos relacionamentos entre alunos e professores, mesmo quando não resultem em casamento. Segundo Lidia, uma de suas ex-alunas quando convidada a ministrar aulas como professora substituta em uma universidade também se apaixonou por um aluno. "Ambos, porém, nunca ficavam juntos dentro do campus ou deixavam transparecer a paixão em relação aos demais", conta. Hoje, o relacionamento acabou de forma bastante tranqüila, sem prejudicar o aluno ou a própria professora.
Na opinião da psicóloga, esta preocupação também deve passar pela cabeça do professor no momento de apostar em um romance com seu aluno. É preciso pesar se há maturidade no relacionamento para que, caso termine, nenhuma das partes seja prejudicada. "O professor pode vir a ser o orientador de sua aluna e terá de deixar as questões pessoais fora da sala de aula. Como sempre foi durante o relacionamento. Machucado com o fim do relacionamento, será possível?", indaga. Para ela, apenas se o professor for capaz de superar este revés e se souber agir com tranqüilidade em relação ao ciúme, a insegurança e a outras emoções que tomam força com o término do romance ele deve se envolver. "O relacionamento pode dar errado. E isso tem que ser previsto para evitar mágoas e richas posteriores", conclui.
Segunda parte...

Me apaixonei pelo professor, e agora?
Alguns desistem, outros se casam. Saiba a melhor maneira de lidar
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Me apaixonei pelo professor, e agora?
Amor em sala de aula é questionável?
No primeiro dia de aula, você entra na sala e se depara com um príncipe encantado. Os olhos brilham, as mãos ficam trêmulas e o coração parece sair pela boca. Esfrega os olhos e percebe que, na verdade, a figura do príncipe foi substituída pela do professor.
Até parece conto de fadas, mas esta é uma realidade comum nos bancos acadêmicos. Você deve estar pensando: "esta não passa de uma paixãozinha boba de adolescente". Nada disso! Tanto no jardim de infância como nas universidades, é possível encontrar alunas que suspiram pelo professor atraente e brincalhão e alunos que sonham com aquela professora bonita e atenciosa. Quem nunca vivenciou uma situação similar ou, ao menos, ouviu falar de uma historia assim?
Um relacionamento como outro qualquer. Pode dar certo ou não, dependendo dos sentimentos que sustentam a relação. Opa! Pera lá. A questão é muito mais complicada do que parece. Em pleno século XXI, alguns tabus ainda precisam ser quebrados. O maior alvo desta discussão gira em torno da ética. Há especialistas e universitários que apontam o romance como um descompromisso profissional. Outros, porém, o defendem desde que não interfira, de maneira alguma, no meio acadêmico.
O importante, neste caso, é analisar o que o romance envolve, além dos sentimentos. Neste relacionamento o casal não é o único que está em jogo. Instituição, corpo docente e até os demais estudantes são personagens, que querendo ou não, fazem parte desta história de amor. "Uma relação bastante complexa e vulnerável, por isso exige muito jogo de cintura dos pombinhos", assegura a psicóloga e coordenadora do Núcleo de Análise Comportamental da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Lídia Weber.
Por isso, todo cuidado é pouco para que este relacionamento não interfira no ambiente acadêmico, não prejudique a carreira do professor, o desempenho do aluno e ainda os interesses das instituições e dos demais estudantes. Nada de abraços e beijinhos dentro de sala de aula. Separar a vida pessoal e profissional é o primeiro passo para quem deseja embarcar neste romance. Além disso, a discrição é a palavra-chave para o sucesso dos relacionamentos entre alunos e professores.
Seguindo todos estas precauções, a estudante de Jornalismo de uma instituição de Ensino Superior do ABC Paulista, que não quis ter o seu nome identificado, conseguiu manter o relacionamento com o seu professor por um período de cinco meses. A iniciativa surgiu por parte da universitária, que teve que criar muita coragem para declarar as suas intenções. O sentimento correspondido transformou-se em namoro. "Nossa intenção não era esconder o romance, mas tentar ser o mais discreto possível. Só éramos namorados do portão pra fora, dentro do campus éramos professor e aluna, só", conta.
Não dá para negar que este é um relacionamento muito complicado e que jogo de cintura é fundamental para superar todos os desafios. Desta forma, para algumas pessoas a solução mais fácil e segura é fugir dos sentimentos. E foi o que aconteceu com a estudante de Nutrição de uma universidade de Santo André, na Grande São Paulo. Depois de um convite do mestre, ela se envolveu em uma aventura amorosa, mas o relacionamento não seguiu adiante. "Estava ciente das complicações deste romance, por isso resolvi cortar logo no começo, antes que alguém acabasse se machucando", relata.
Na opinião da psicóloga, esta preocupação deve, sim, ser levada em consideração antes de apostar em um compromisso mais sério com o professor. É preciso refletir se há maturidade no relacionamento para que, caso não tenha um final feliz, nenhuma das partes seja prejudicada. "Este namoro não pode, de maneira alguma, interferir no relacionamento entre professor e aluno. Além disso, ambos precisam ser capazes de superar os ciúmes, a insegurança e as demais emoções inerentes ao relacionamento amoroso", alerta.
Embora existam histórias de paixão deste tipo e que não foram adiante, há aquelas que resultaram em casamento. Este é o caso do namoro da estudante de Marketing que sobreviveu aos desafios de um relacionamento secreto e partiu da sala de aula direto para o altar. "Nunca ficamos juntos dentro do campus e jamais deixamos transparecer a relação. Embora isso seja complicado, sempre respeitei a profissão dele", relata. Atraída não somente pela inteligência do mestre, mas também por sua simpatia e beleza, a estudante acabou apostando neste relacionamento.
Amor ou interesse?Muitos estudantes relacionam este tipo de romance a um interesse por nota. Difícil julgar. A estudante de Marketing garante que isso nunca existiu em seu relacionamento. "Nunca me deu nota, abonou falta e jamais me mostrou a prova antes do tempo. Ao contrário, sempre fui muito mais cobrada", garante. "Mas lógico que existem alunas interesseiras e professores oportunistas que acabam abusando do poder", acrescenta.
Uma coisa é certa: se o universitário não se sentir ameaçado com o relacionamento do professor, não terá maiores problemas com a situação. "Proibir o romance não é a questão. É preciso que ambos saibam se respeitar: na sala sou seu professor e você é minha aluna", argumenta o estudante de Sistemas de Informação da Mackenzie Robson Luiz Ribeiro Moreira. "São maiores de idade e sabem o que é certo ou errado, por isso quem sou eu para aprovar ou reprovar o romance", conclui.
(publiquei isso pelas coisas que aconteceram nas ultimas semanas comigo por isso, por gostar de uma professora, mas uma coisa eu te falo eu nunca dei em cima dela. e você que falou aquela mentira que eu tinha te falado pra você que tinha alguem me induzindo a gostar dela para de fazer isso e nunca mais minta, quero que você fale pra mim o porque de ter feito isso comigo?).

terça-feira, 10 de março de 2009


“C” eu quero?(Diego Fernandes)

“C” eu quero?
Claro que eu quero...
Coração
Cafuné
Carinho
Cuidado
Colírio
Cama
Colo
Calor
Café
Crianças
Comédia
Comida
Cozinhar
Certezas
Costumes
Casar
Culturas
Chances
Chuvas
Choro
Cristo
Céu
(eu o criador deste blog também quero tudo isso um dia se for a vantade de Deus).
Obrigado meu Deus por colocar essa pessoa no meu caminho, pois ela esta fazendo eu mudar cada dia mais. Eu ainda a tenho como amiga, mas um dia a terei como namorada se for o que Deus quiser, e entregarei esse namoro a ti Senhor. DUM, SPIRO, SPERO (enquanto eu respirar terei esperanças). ass: Rafael

segunda-feira, 9 de março de 2009


[ Reflexões ] [ Mensagem: O caminho ]
O Caminho Um dia, um bezerro precisou atravessar a floresta virgem para voltar a seu pasto.
Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas...
No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta.
Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho : entravam e saíam, viravam à direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praquejando, até com um pouco de razão...
Mas não faziam nada para mudar a trilha.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.
Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e posteriormente a avenida principal de uma cidade.
Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro... centenas de anos antes...
Os homens tem a tendência de seguir como cegos por trilhas feitas por pessoas inexperientes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram.
Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único... Sem se atrever a mudá-lo.Muitas vezes nos chamam de ousados, chatos, metidos, etc. pois temos ousado por caminhos novos, pois quando nos falam que devemos seguir aquele caminho pois todos estão indo por ali e não sentimos paz no coração, buscamos a resposta do alto, os conselhos de Deus e através Dele, por Ele e com Ele à nossa frente seguimos novos desafios.

sexta-feira, 6 de março de 2009


História do Dia Internacional da Mulher


História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História
· 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
· 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
· 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
· 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
· 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
· 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
· 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
· 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
· 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
· 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
· 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mulher



(Dia da mulher)

Mulher...Tens sete sentidosSete chaves de poderMulher...Mística flor, pétala serenaSeiva suave de uma árvore supremaIndecifrávelMulher...Força felina e manhosaMulher frágil e poderosaSobretudo Mulher...Um sopro de vida no mundoAlma do sonho e da dorÉs assim quase perfeitaPerfeita dádiva do Criador...

terça-feira, 3 de março de 2009

Rede Apae e sua história





MOVIMENTO APAEANO: A MAIOR REDE DE ATENÇÃO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA
As raízes históricas e culturais do fenômeno "deficiência" sempre foram marcadas por forte rejeição, discriminação e preconceito. E, diante da ineficiência do Estado em promover políticas públicas sociais que garantam a inclusão dessas pessoas, surgem famílias empenhadas em quebrar paradigmas e buscar soluções alternativas para que seus filhos com deficiência intelectual ou múltipla alcancem condições de serem incluídos na sociedade, com garantia de direitos como qualquer outro cidadão.
Nesse contexto, surgiram as primeiras associações de familiares e amigos que se mostraram capazes de lançar um olhar mais propositivo sobre as pessoas com este tipo de deficiência. Convivendo com um Estado desapercebido das necessidades de seus integrantes, tinham a missão de educar, prestar atendimento médico, suprir suas necessidades básicas de sobrevivência e lutar por seus direitos, na perspectiva da inclusão social.
Essa mobilização teve que contar com o apoio de vários profissionais que, acreditando na luta dessas famílias, empreenderam estudos e pesquisas, buscaram informações em entidades congêneres no exterior, trocando experiências com pessoas de outras nacionalidades que também sofriam a imposição de um sistema capitalista que tendia a aniquilar as pessoas "descapacitadas".
Foi então que, no Brasil, essa mobilização social começou a prestar serviços de educação, saúde e assistência social a quem deles necessitassem, em locais que foram denominados como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), constituindo uma rede de promoção e defesa de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla, que hoje conta com cerca de 250 mil pessoas com estes tipos de deficiência, organizadas em mais de duas mil unidades presentes em todo o território nacional.
Toda essa mobilização em torno da pessoa com deficiência, impulsionada pela Declaração dos Direitos Humanos, que culminou na criação das Apaes e, com a expansão desta iniciativa Brasil afora, convencionou-se a tratá-la como o "Movimento Apaeano".

O Movimento Apaeano
O Movimento Apaeano é uma grande rede, constituída por pais, amigos, pessoas com deficiência, voluntários, profissionais e instituições parceiras - públicas e privadas - para a promoção e defesa dos direitos de cidadania da pessoa com deficiência e a sua inclusão social.
Atualmente o Movimento congrega a Fenapaes - Federação Nacional das Apaes, 23 Federações das Apaes nos Estados e mais de duas mil Apaes distribuídas em todo o País, que propiciam atenção integral a cerca de 250.000 pessoas com deficiência. É o maior movimento social do Brasil e do mundo, na sua área de atuação.
A Fenapaes
A Fenapaes - Federação Nacional das Apaes é uma organização social sem fins lucrativos, reconhecida como de utilidade pública federal e certificada como beneficente de assistência social; de caráter cultural, assistencial e educacional, que congrega como filiadas, atualmente, mais de duas mil Apaes e outras entidades congêneres, que compõem a Rede Apae, tendo como missão institucional promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representar o Movimento perante os organismos nacionais e internacionais, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas Apaes, na perspectiva da inclusão social de seus usuários.
A Apae
A Apae - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais nasceu em 1954, no Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma organização social, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, prioritariamente aquela com deficiência intelectual e múltipla. A Rede Apae destaca-se por seu pioneirismo e capilaridade, estando presente, atualmente, em mais de 2 mil municípios em todo o território nacional.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest em 2006, a pedido da Federação Nacional das Apaes, mostrou que a Apae é conhecida por 87% dos entrevistados e tida como confiável por 93% deles. São resultados expressivos e que refletem o trabalho e as conquistas do Movimento Apaeano na luta pelos direitos das pessoas com deficiência. Nesse esforço destacam-se a incorporação do Teste do Pezinho na rede pública de saúde; a prática de esportes e a inserção das linguagens artísticas como instrumentos pedagógicos na formação das pessoas com deficiência, assim como a estimulação precoce como fundamental para o seu desenvolvimento.
A Deficiência no Brasil
De acordo com o Censo IBGE 2000, o Brasil tem 24,5 milhões de pessoas com deficiência, o que equivale a 14,5% da população do País. Dessas, 48,1% foram declaradas deficientes visuais, 22,9% com deficiência motora, 16,7% com deficiência auditiva, 8,3% com deficiência mental e 4,1% com deficiência física.

Alimentos coloridos ajudam a prevenir doenças, diz estudo


Os alimentos coloridos desempenham um papel importante na prevenção de certas doenças e no fortalecimento do corpo, devido às propriedades dos corantes, de acordo com um estudo do Hospital Albert Einstein. «Os alimentos não são coloridos por mero capricho da Natureza», disse Fabiana Carvalho Trovão, especialista em nutrição clínica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. «Cada cor representa um pigmento, um nutriente com propriedades específicas». A nutricionista explica que, no passado, indicavam à população uma alimentação colorida por causa da estética, mas as investigações realizadas ao longo dos últimos anos indicam que a diversidade de cores «é importante para a ingestão mais completa dos componentes que ajudam a prevenir doenças e fortalecer o corpo», avançou a Folha On-line. No Brasil, as propriedades dos corantes já se tornaram tão notórias que o Ministério da Saúde recomenda a sua ingestão no Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos. «Uma alimentação variada é uma alimentação colorida», frisou o Ministério. Paralelamente, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, sublinhou que a ingestão destes alimentos é eficaz na prevenção de tumores. «O ideal é consumir cinco porções por dia, uma de cada cor», aponta Fabiana Trovão. «Assim, fortalecemos o sistema imunológico e preparamos o corpo para combater substâncias cancerígenas e doenças», acrescentou. O betacaroteno, corante responsável pela coloração amarela ou alaranjada nos alimentos, é tradicionalmente associado ao bronzeado uniforme e duradouro. No entanto, segundo a descoberta feita pela nutricionista Luciana Tomita, a ingestão de alimentos com essa coloração «ajuda a proteger a mulher contra o cancer do colo do útero». Diário Digital

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009



SÚPLICA DE UMA CRIANÇA



Dizes que sou o FUTURO, Não me desampares no presente. Dizes que sou a ESPERANÇA da paz, Não me induzas à guerra. Não desejo apenas o teu carinho: Suplico-te que, com AMOR me eduques. Não te rogo apenas brinquedos: Peço-te EXEMPLOS... Em nome de DEUS, ensina-me O TRABALHO e a HONESTIDADE, O PERDÃO e a HUMILDADE. Compadece-te de mim e orienta-me, Para que eu seja BOM e Justo. Corrige-me enquanto é tempo, Ainda que eu sofra. Ajuda-me hoje, Para que AMANHÃ Eu não te faça CHORAR.